Hospital Nossa Senhora da Luz


Essa é fachada atual do Hospital Nossa Senhora da Luz, em Curitiba, onde há 64 anos faleceu meu bisavô Antônio Correia Santos, de “debilidade mental e insuficiência cardio-renal”. O site do Hospital é: http://www.pucpr.br/saude/alianca/ns_luz/index.html

64 Anos do Falecimento de Antônio Correia Santos

Às 11h do dia 31.03.1944, no Hospital Nossa Senhora da Luz, em Curitiba, faleceu meu bisavô Antônio Correia Santos. Contava com apenas 41 anos de idade. A causa apontada pelo médico Dr. João Carmeliano de Miranda foi debilidade mental e insuficiência cardio-renal. Quem declarou seu óbito foi Teófilo Pasternak – não sei ainda de quem se trata. Na verdade, a família do meu avô Luiz da Silva, filho de Antônio, é a que menos tenho informações. Ao mesmo tempo, é motivação suficiente para tentar descobrir mais. Assim é que pesquisei sobre o Hospital Nossa Senhora da Luz e descobri que desde 1903 ele trata de pessoas com transtorno mentais – esse seria o caso de Antônio também, vítima de “debilidade mental”. O conceito de debilidade mental vem da psicologia clássica, e é definido exatamente por aquilo que parece ser: um déficit na capacidade intelectual da pessoa. Naturalmente, é uma definição generalista, sem considerar as inúmeras particularidades que distinguem esses pobres homens. Não faço idéia de quais eram os problemas que meu bisavô Antônio Correia Santos tinha, nem quando começaram, nem de que modo afetavam a sua vida cotidiana. Há de se considerar que há duas causas apontadas pelo médico, sendo que a outra era insuficiência cardio-renal – que, a princípio, não parece ser alguma coisa relacionada com debilidade mental. Papéis antigos do Hospital, se existirem, podem auxiliar de alguma maneira. Entrei em contato com eles, mas sem muita esperança de ser respondido. Antônio foi sepultado no Cemitério do Água Verde, mas não creio que consiga encontrar lápide.

Honório Soares Fragoso e o Cel. Miguel Fragoso

Há algum tempo fiquei sabendo da existência de um certo Miguel Soares Fragoso, ou apenas Miguel Fragoso, e que teria sido personalidade de destaque. O livro de Celso Martins “O Mato do Tigre e o Campo do Gato” o menciona. Eu sabia, através do familysearch, que Miguel era filho de Honório Soares Fragoso e Maria do Pilar. Esse Honório representava verdadeiro mistério nas minhas pesquisas, já que eu tinha o nome de 12 filhos seus, e no entanto ainda não sabia em que lugar da família ele se encaixava. Uma consulta nos livros da Igreja de Curitiba, semana passada, fez com que a dúvida fosse finalmente desfeita. Achei o batismo de Honório, onde encontrei o nome dos seus pais. Levantei, do mais obscuro recolhimento, um acontecimento de 1815. Quase nada em termos de história, mas muito tempo numa sociedade que esquece rapidamente. Mais do que isso, pude compartilhar a descoberta com o autor da obra citada, ressaltando a comprovação de que Miguel tinha sangue indígena, e também a outros descendentes de Honório, que de repente se vêem “conectados” ao resto da árvore que eu já havia compilado. Eis um esboço de alguns dos ancestrais mais próximos de Miguel (os números 8, 9, 16, 17 e 18 também são meus ancestrais):
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1. Miguel Soares Fragoso nasceu em Rio Negro por volta de 1856. Casou-se na mesma cidade a 17.05.1874 com Maria Vieira Machado, filha de Manoel Vieira Machado e de Anna do Rosário.

Miguel foi Coronel da Guarda Nacional, “combatente da Revolução Federalista, tendo ingressado nas tropas de Gumercindo Saraiva”, conforme Celso Martins em seu “O Mato do Tigre e o Campo do Gato” (2007, p. 49). Como assinala o Frei Tambosi em citação de Martins, deve-se ao seu nome e a sua ação a nomenclatura “Lageado dos Fragoso” dada a uma das mais antigas regiões de Concórdia, onde Miguel teria chegado por volta de 1900 e permanecido 18 meses nos campos do Irani. Martins cita Thomé que afirmou que Fragoso era amigo dos principais fazendeiros da região, “muitos deles ex-maragatos, como o coronel Domingos Soares, líder político em Palmas” (THOMÉ 1999, apud MARTINS 2007). O Frei Tambosi diz que Miguel era homem religioso e que mandou construir uma capelinha em honra a Nossa Senhora da Conceição. Miguel Soares Fragoso foi apontado “como o comandante dos caboclos no combate de 22 de outubro de 1912 em Irani, figurando ao lado de Miguel Fabrício das Neves” (MARTINS, 2007 p. 50). Os depoentes declararam que ele não tomou parte no referido combate. Martins lembra que “a má fama de Fragoso se espalhou rapidamente e chegou à historiografia paranaense”, onde é tratado como “figura sombria” e “indigitado cabecilho da malta assassina”. Teria escapado da prisão pela proteção do coronel Domingos Soares.

São ascendentes conhecidos de Miguel Soares Fragoso:

2. Honório Soares Fragoso. Nasceu em Curitiba, onde foi batizado no dia 24.01.1815 (Livro 14, p. 59v), tendo como padrinhos Mariano Cardoso e Maria Antônia Teixeira, mulher de Francisco Soares. Casou-se com Maria do Pilar (segundo todos os registros de seus filhos) ou Maria Cavalheiro (segundo a Lista Nominativa de Villa Nova do Principe no ano de 1850). Quanto o Cel. Miguel nasceu, Honório e Maria já contavam com ao menos 8 filhos. Estava Honório com cerca de 41 anos. Em 1850, Honório, descrito como “pardo”, não sabia ler nem escrever, e estava morando com a família na cidade da Lapa. Em algum momento mudaram-se para Rio Negro, onde faleceu a esposa de Honório. Algum tempo depois, ele voltaria a se casar, a 08.06.1868, dessa vez com Anna Maria de Jesus, da Lapa, filha de Antônio Lisboa e Rosa Palhano, com quem também teria uma filha.

3. Maria do Pilar. A mãe de Miguel Soares Fragoso faleceu antes de 1868, quando ele contava com mais ou menos 12 anos. Com seu esposo teve ao menos doze filhos.

4. Antônio Soares Fragoso. Também natural de Curitiba, onde se casou no dia 30.06.1795 com Floriana de Chaves de Almeida.

5. Floriana de Chaves de Almeida.

8. Domingos Soares Fragoso. Casou-se em Curitiba no dia 30.10.1765 (Livro 3 p. 19v) com Maria Dias Camacho, tendo como testemunhas Miguel Pereira e Manoel Rodrigues. A Lista Nomitativa de Curitiba referente ao ano de 1776 aponta um Domingos Soares, com 27 anos, no rol dos homens casados na cidade.

9. Maria Dias Camacho. Ao nascer, foi exposta na casa de Ignácio Preto, família afortunada financeiramente. Possivelmente fosse filha de indígenas, como também o era seu esposo.

10. Theodoro Esteves dos Reis, casado em Curitiba no ano de 1751 com Ignez de Chaves de Almeida. Filho de Balthazar Carrasco dos Reis, o neto, e de Margarida Esteves dos Reis.

11. Ignez de Chaves de Almeida. Filha de João de Chaves de Almeida e Bárbara Rodrigues da Cunha. Com ascendência que segue conforme Silva Leme (Vol. IV p. 416).

16. João Soares Fragoso, natural de Taubaté, e que se mudou para Curitiba, onde foi casado a 04.02.1745 com Ignez de Chaves da Silva. O seu filho Domingos, no entanto, é fruto da relação com a índia Páscoa das Neves, administrada de seu sogro.

17. Páscoa das Neves, índia, administrada de João de Siqueira.

18. Francisco Dias Camacho. Apontado no registro de casamento de Maria Dias Camacho como seu pai, mas por ele não criada, uma vez que foi exposta.

281 Anos do Nascimento de Josef Pfeffer

No dia 12.03.1727 nasceu meu heptavô Josef Pfeffer, filho de Peter Pfeffer e Margareth Hauser. Josef teria se casado mais de uma vez (possivelmente três). A esposa que é minha ancestral se chama Anna Maria Laurer. Com ela, teve o filho também chamada de Josef Pfeffer, meu hexavô. Os Pfeffer habitavam a região de Eschlkam, Bavária, Alemanha.
Publicado em:  on 14/03/2008 at 3:46 AM Deixe um comentário
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43 Anos do Falecimento de Rodolfo Giese

Foi no dia 07.03.1965 que faleceu meu bisavô Rodolfo Giese, casado com Catharina Bail. Era comerciane em Campinas dos Crispim, Piên, e foi também sapateiro. Teve três filhos e uma filha. Seu passamento aconteceu na casa de seu filho Ermelino, em Rio Negrinho. Rodolfo Giese foi sepultado no Cemitério Municipal de São Bento do Sul, no mesmo túmulo de seu sogro Benedicto Bail, onde também repousaria sua esposa Catharina, falecida 9 anos depois.
Publicado em:  on 07/03/2008 at 2:52 PM Deixe um comentário

293 Anos do Casamento de Peter Pfeffer

No dia 04.03.1715, se casaram em Eschlkam, na Bavária, meus octavôs Peter Pfeffer e Margareth Hauser. São esses nomes um verdadeiro achado nas minhas pesquisas, já que é difícil avançar gerações nas famílias de imigrantes. Esse casal teve meu ancestral Josef Pfeffer, casado com Anna Maria Laurer. Descendentes dos Pfeffer imigraram para os Estados Unidos, onde possuem considerável descendência.
Publicado em:  on 05/03/2008 at 3:54 AM Deixe um comentário

Sovas de Pau

Já tivemos oportunidade de tratar dessa nota da Legalidade, mas com a imagem ela fica ainda mais curiosa. O texto fala por si só sobre aqueles tempos.

Publicado em:  on 02/03/2008 at 1:01 PM Deixe um comentário

62. Barbara Pfeffer (1838-)

Minha tetravó Barbara Pfeffer nasceu em Kleinagn, na Bavária, às 11h do dia 09.12.1838, filha de Georg Pfeffer e Anna Singer, sendo madrinha uma Magdalena. Casou-se em 03.10.1868 com Anton Mühlbauer, com quem imigrou ao Brasil em 1877 e com quem teve os seguintes filhos: Theresia Mühlbauer, casada com Anton Fürst; Philipp Mühlbauer, casado com Rosalia Kellner; Franziska Mühlbauer, casada com Johann Augustin; Ludwig Mühlbauer, que não aparece na lista de passageiros, mas cujo registro de batismo foi encontrado na Bavária; Catharina Mühlbauer, casada com Franz Hannusch; e minha trisavó Barbara Mühlbauer, casada com Johann Hannusch. Como se vê pela foto ao lado, Barbara faleceu com avançada idade, mas ainda não sabemos precisar em que ano. Cremos que foi depois de 1920.
Publicado em:  on at 12:49 PM Deixe um comentário

A Sociedade Auxiliadora Austro-húngara

Seguindo a tradição de se criar “sociedades culturais, recreativas e beneficentes” em colônias alemãs (FICKER 1973), São Bento do Sul também teve as suas. Já em 1881 existia a Sociedade Literária, que perdura até os nossos dias. Outra que resiste é a Sociedade dos Atiradores, criada em 1895. E os velhos boêmios, que imigraram ao Brasil na década de 1870, também decidiram criar a sua Sociedade Auxiliadora. Verdade é que uma das motivações para essa criação foi o ciúme que tinham da Sociedade dos Soldados Veteranos, como Josef Zipperer (1954) não fez nenhuma questão de esconder. Essa outra agremiação reunia alemães ex-combatentes de batalhas, como “as guerras de 1864-1866” e a “grande guerra contra a França”, em 1870 e 1871 (Idem). Cheio de condecorações estampadas no peito, era com grande galhardia que os membros desfilavam pelas ruas de São Bento no dia 02 de setembro, quando lembravam a batalha de Sedan, na guerra de 1870.

Os boêmios, embora mais rústicos, também tinham os seus ex-combatentes. Havia alguns que lutaram nas guerras na Dinamarca, contra os Prussianos, em Sadwa, e mesmo na Itália. Não poderiam, naturalmente, fazer parte da outra sociedade, já que lá estavam apenas os alemães prussianos, que há pouco tempo ainda estavam em guerra contra os austríacos. Quiserem então fazer uma sociedade á parte, e criaram a Sociedade Auxiliadora Austro-húngara.

Ao que parece, não existem muitos registros sobre essa sociedade – já teriam sido encontrados se houvessem. De modo que sabemos muito pouco sobre ela, além dos relatos de Zipperer. Sabemos por dedução que sua criação se deu entre os anos de 1895 e 1898. Primeiro, porque Zipperer diz que quando da criação da Sociedade, já existia o grupo dos Atiradores, e ele foi criado em 1895. Segundo, porque o mesmo autor cita um episódio dessa Sociedade que aconteceu em 1898. Quanto à duração, tampouco nos é possível precisar, mas sabemos pelas atas da Sociedade de Cantores que ainda existia em meados de 1906.

Meu trisavô Friedrich Fendrich foi presidente da Sociedade. Não se sabe durante qual período, ou se houveram outros. A Sociedade tinha uma bandeira que misturava o verde-amarelo do Brasil com o amarelo-preto da dinastia dos Habsburgos, que por séculos governaram a Áustria, e ainda governavam quando da criação da Sociedade.

A grande festa dessa associação era no dia 18 de agosto. Portando, apenas alguns dias antes da festa prussiana. Nesse dia se comemorava o aniversário de Francisco José, o imperador austríaco. Como os prussianos, agora os boêmios também poderiam desfilar nas vias púlicas. Aqueles que eram ex-combatentes poderiam, igualmente, exibir orgulhosamente as suas condecorações.

Zipperer descreve uma dessas festividades, falando que antes do desfile, membros e familiares assistiam a uma missa. Os festejos começavam em seguida, animados por bandas que tocavam canções da Boêmia, terra de todos eles. Terminavam o dia na cervejaria de Johann Hoffmann, que era o secretário da Sociedade.

A sede da sociedade era o salão de Josef Zipperer. Nas comemorações do ano de 1898, houve então um baile nesse salão. Ele nunca havia ficado tão cheio, com os membros e suas famílias, que “na maioria eram simples lavradores” (ZIPPERER 1954). Os dançarinos tiveram que ficar separados em grupos. Por essas dificuldades, a sociedade decidiu trocar de salão, e optou pelo salão de Hermann Knop (um pomerano! Zipperer julgou isso como uma verdadeira desfeita).

Os livros não nos apontam muitas coisas a mais sobre a Sociedade, além da fajuta visita do cônsul alemão, forjada por Zipperer para se vingar da desfeita, e que já foi narrada aqui. Eis uma foto dos membros em 1900:

E quem eram esses membros? Infelizmente a maioria não é mais possível descobrir. O livro de Vasconcellos nos dá o nome de dois: o presidente Friedrich Fendrich, que é o quinto da primeira fileira, partindo da esquerda, e ainda o do secretário Johann Hoffmann. Esse era também cervejeiro, e teve a infelicidade de ser desafeto do Dr. Philipp Maria Wolf, que, nas suas críticas, dizia que fazia de parte de “agremiações idiotas”. Todos os outros fotografados são tratados como incógnitos. Mas algumas descobertas foram feitas. Por fontes de tradição familiar, sabemos também que faziam parte Aloís Schreiner e seu irmão Johann Schreiner. Aloís é provavelmente o terceiro da segunda fileira, partindo da direita. Seu irmão Johann provavelmente estava perto, podendo ser o que está antes dele. Mas isso ainda não é possível afirmar. Graças a foto de Benedicto Bail que recebi de Norma Huebl e ao olhar clínico de Rose Vidal Teixeira, descobri que também ele fez parte da Sociedade! Isso era totalmente desconhecido para mim, e ouso dizer que não havia ninguém que soubesse disso. Uma pequena descoberta como essa é cheia de significação e importância, ainda mais que foi feita exatamente na semana que lembro o seu 80º aniversário de falecimento. Ele é o quarto da segunda fileira, partindo da esquerda. Está atrás de Fendrich (o que também me leva a uma conclusão curiosa: o avô do meu opa conhecia o avô da minha oma). Nesse post aqui, tem a foto do Benedicto que mostra traços idênticos, embora nessa ele já estivesse mais velho: http://coisavelha.blogspot.com/2007/09/benedikt-beyerl.html

Suponho que Jacob Treml também fizesse parte da Sociedade. Digo isso porque, além de ser boêmio, ele era veterano de guerra. Quem seria ele naquela foto? O mesmo podemos dizer de Georg Gschwendtner, cuja identidade na foto só será possível descobrir se porventura um descendente tiver alguma relíquia que permita a comparação. Tantos e tradicionais sobrenomes boêmios em São Bento também certamente devem estar representados nessa foto. As buscas continuam, tanto pela identificação como no detalhamento das atividades da sociedade.

Publicado em:  on 01/03/2008 at 4:33 PM Comentários (7)

Carl Panneitz e a Invasão de Lotes

Parece que mesmo 25 anos depois de fundada, ainda eram constantes os problemas de propriedade em São Bento. Numa edição do jornal “A Legalidade” de 1898, Carl Panneitz, morador da Estrada da Serra, “fazia saber que ninguém sem sua permissão deveria entrar nas suas terras”. Curioso que os colonos utilizassem um jornal para avisar os demais sobre isso. Existiam dois Carl Panneitz, pai e filho, e não sabemos qual deles se queixava no jornal. O primeiro foi casado com Johanna Voos, e o segundo era casado com Clara Maier.
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Publicado em:  on at 4:02 PM Deixe um comentário

300 Anos do Batizado de Izabel Domingues

Sempre impressiona dar-se conta que um fato ocorrido há tanto tempo tenha chegado ao conhecimento das pessoas. Continuam sendo os registros eclesiásticos, a despeito da grafia normalmente difícil, em se tratando de dados antigos, fontes valiosíssimas para se preservar a história dos lugares. Há 300 anos, em 01.03.1708, foi batizada minha ancestral Izabel Domingues. Ela depois se casaria com João Dias Cortês, com quem teve a filha Quitéria Dias Cortês, de quem descendo.
Publicado em:  on at 3:22 PM Deixe um comentário

Drummond, Meu Primo

Naturalmente, não tenho a menor intenção de me engrandecer por conta disso, mas apenas a de mostrar que mesmo humildes e pretensos jornalistas, como eu, podem ser primos distantes de consagrados escritores, como Drummond, nesse Brasilzão em que quase todo mundo é parente. Começo com meu tetravô Generoso Fragoso de Oliveira apenas para equilibrar as gerações até Drummond.
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Generoso Fragoso de Oliveira…..Carlos Drummond de Andrade
Francisca Soares…………………Carlos de Paula Andrade
Marciana Maria de Marafigo…….Capitão Elias de Paula Andrade
Pedro de Chaves de Marafigo……Francisco de Paula Andrade
Julianna de Chaves de Siqueira…Maria Cândida da Cunha Ataíde
Maria Martins de Ramos………..Escolástica de Moraes
Salvador Martins Leme…………Maria Pedroso de Moraes
Matheus Martins Leme…………Gaspar de Godói Colaço
Leonor Leme, a neta……………João de Godói Moreira
Antônia de Chaves………………Paula Moreira
……………JORGE MOREIRA E ISABEL VELHO
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Essa é apenas uma das formas possíveis, já que Drummond também tem como ancestrais os Leme e os Alvarengas. As fontes para a genealogia de Drummond estão no estudo de Pedro Wilson Carrano Albuquerque, que se encontra disponível aqui: http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=189&cat=Ensaios. Também poderia fazer isso com outros primos ilustres, como o Tom Jobim e o Frei Galvão. Coisas fantásticas de um país continental como o nosso!
Publicado em:  on at 1:21 PM Deixe um comentário