152 Anos do Nascimento de Benedikt Beyerl

No dia 30.04.1856 nascia o meu trisavô Benedikt Beyerl, filho natural de Maria Beyerl. Era de Holzchalg, na Boêmia, e foi batizado em Gutwasser, nas proximidades. Teve, ao que se sabe, ao menos mais uma irmão, chamada Barbara Beyerl, casada com Franz Pöschl. Imigrou ao Brasil em 1874, a bordo do Navio Shakespeare. Em São Bento do Sul, casou-se com Anna Maria Neppel, uma paixão que nasceu na Boêmia, sempre contrariada pelos pais da noiva. Viúvo dessa, casou-se com minha trisavó Catharina Brandl, que havia imigrado, ainda criança, pelo menos navio de Benedikt.

A data de sua lápide no Cemitério Municipal aponta como dia de nascimento 30.04.1854. Dois anos antes, portanto. Cremos que há aí um equívoco, naturalmente involuntário. As datas apontadas em registros sempre colocam o nascimento de Benedikt pra em torno de 1856. O seu segundo casamento, em 1886, por exemplo, diz que tinha trinta anos (apesar do casamento ter sido em fevereiro, e o aniversário dele ser em abril). A sua certidão de óbito, por sua vez, ocorrido em 24.02.1928, afirma que possuía 71 anos de idade. Novamente, chegamos até 1856 como ano de nascimento.

Bemedikt ficou famoso na historiografia local por ter sido o noivo do primeiro casamento boêmio da cidade, e por toda a história shakesperiana que havia por trás desse matrimônio. Deve ter passado uma vida muito sofrida, pois cedo consta que ficou órfão. Morreu viúvo de duas esposas.

Recentemente, descobriu-se que fez parte da Sociedade Auxiliadora Austro-húngara, coisa que nenhum historiador da cidade havia conseguido saber ainda.

165 Anos do Nascimento de Friedrich Fendrich

No dia 24.04.1843, em Lomnitz, na Boêmia, nasceu meu trisavô Friedrich Fendrich, filho de Franz Fendrich e Maria Magdalena Trnka. Desconheço seus possíveis irmãos. Em algum momento, Fendrich se mudou para Viena, onde se casou com Catharina Zipperer. Com ela, e já com uma filha, Hedwiges Fendrich, imigrou para o Brasil em 1875. É o primeiro Fendrich brasileiro. Já em São Bento do Sul, cuidou da sua sapataria e foi o primeiro professor das crianças alemãs da cidade, por quase três anos. Posteriormente, foi presidente da Sociedade Auxiliadora Austro-húngara. Faleceu em 1906 e recebeu em sua homenagem o nome da escola “Frederico Fendrich”, em Serra Alta.
.
Quanto aos seus antepassados, a exceção dos pais, o resto ainda é um mistério. Um pesquisador tcheco garantiu não ter encontrado evidência alguma de membros da família Fendrich nas cidades chamadas “Lomnitz” na República Tcheca (há mais de uma). O nome da mãe, “Trnka”, é visivelmente de origem tcheca, o que supõe alguma relação dos Fendrich por aquelas bandas. Faltam, no entanto, maiores evidências que permitam avanços à pesquisa.

131 Anos de Imigração dos Hannusch e Mühlbauer

No dia 22.04.1877, chegou ao porto de São Francisco do Sul o Navio Rio, que trouxe, entre os seus imigrantes, a família de Wenzel Hannusch e a de Anton Mühlbauer, ambos meus antepassados. As famílias conseguiriam lotes vizinhos, e se uniriam através de casamentos entre irmãos: Franz Hannusch com Catharina Mühlbauer e Johann Hannusch com Bárbara Mühlbauer. Os descendentes da família Hannusch encontram-se, a maior parte, na região de Fragosos. Os Mühlbauer se expalharam por outros pontos da região, como Serra Alta. Ao chegarem ao Brasil, assim como acontecia com todos os imigrantes, nutriam a esperança de legar melhores condições de vida aos seus descendentes, uma vez que na Europa não passavam de serviçais mal-pagos.

283 Anos do Batizado de Julianna de Chaves de Siqueira

Minha ancestral Julianna de Chaves de Siqueira foi batizada em Curitiba no dia 21.04.1725. Ela era filha de Francisco de Anhaya de Almeida e Maria Martins de Ramos, neta paterna de Paulo de Anhaya Bicudo e Ignez de Chaves da Silva, e neta materna de Salvador Martins Leme e Isabel Fernandes de Siqueira; Salvador era filho ilegítimo de Matheus Martins Leme, o Capitão Povoador de Curitiba. No ano de 1744, também em Curitiba, casou-se com Sebastiam de Marafigo, italiano de Gênova, filho de José de Marafigo e Maria de Jesus. Entre os filhos do casal está Pedro de Chaves de Marafigo, de quem descendo.

Família de Ignácio Preto Bueno

Minha ancestral Maria Dias Camacho foi deixada na porta da casa de Ignácio Preto Bueno quando nasceu. Ela era filha de Francisco Dias Camacho e possivelmente de uma índia. Assim o cremos porque, em 1765, ela viria a se casar com Domingos Soares Fragoso, que era mameluco, e também ilegítimo. A escolha de Francisco, ou de quem quer que tenha sido, sobre a casa onde largariam a filha, parece ter sido definida pelos padrões sociais da época: a família de Ignácio Preto era uma das mais abastadas de Curitiba e, assim, poderia cuidar melhor da criança abandonada.
.
Ignácio Preto Bueno era filho de Inocêncio Preto Moreira e Joanna de Franca, naturais de São Paulo (Genealogia Paranaense, Vol. I .160). Faleceu em 1760, conforme Silva Leme (Vol. I p. 438).
.
Ele era casado com Luzia Cardoso de Leão, falecida em Curitiba no ano de 1792, filha de João Cardoso de Leão e Luiza ou Thereza Corrêa Guedes Brito, neta paterna de Domingos Cardoso de Leão e Ignez de Faria (Genealogia Paranaense, Vol. I p. 305). O casal teve os seguintes filhos:
.
1. Joanna França Moreira, casada com Pedro Antonio Moreira, de Lisboa, filho de Antônio Martins e Theresa Maria (Genealogia Paulistana, Vol. I p. 438).
.
2. Isabel Bueno, casada com o Alferes João Simões da Costa, filho de Manoel Simões Correa e Caetana da Costa, da Ilha Terceira (id).
.
3. Manoel Preto Bueno, casado com Luzia de Chaves de Almeida, filha de João de Chaves Siqueira, de Itu e Bárbara Rodrigues da Cunha (Genealogia Paranaense, Vol. I p. 160 e Vol. III p. 588)
.
4. Antonio de Oliveira Preto, casada com Isabel Rodrigues França ou Coutinho (id, Vol. III p. 590), filha de Domingos Gonçalves Padilha e Anna de Mello Coutinho, neta paterna de Manoel Gonçalves de Siqueira e Paula Rodrigues França, ambos de Paranaguá, e neta materna de Francisco de Mello Coutinho, de São Paulo, e Izabel Luiz Tigre , de Curitiba (id, Vol. I p. 161 e Vol. III p. 575)
.
5. Ignacio José Preto, casado com Maria Rodrigues Pinto, filha do Capitão Estêvão Ribeiro Bayão e de Feliciana Fernandes dos Reis, neta paterna do Capitão Antônio Ribeiro da Silva e Maria de Siqueira de Almeida, e neta materna de João Martins Leme e Catharina Rodrigues Pinto. (id, Vol. I p. 294)
.
6. Maria de França ou Franco, casada com João Coelho Borges, natural da Ilha do Pico, filho de Francisco Coelho e Catharina Pereira (Genealogia Paulistana, Vol. I p. 439)
.
7. João Preto de Oliveira, casada com Francisca Leme de Jesus
.
8. Anna de Oliveira Preto, casada com Manoel Rodrigues Coura, filho de Francisco Rodrigues Coura e Lucrécia Leme (id, Vol. I p. 440)
.
9. Escolástica de Oliveira Preto, casada primeiro com Gabriel Fernandes de Moraes, filho do capitão Gabriel Fernandes de Mendonça e Theresa Leite de Moraes (id). e depois com José Rodrigues de França, filho de Francisco Rodrigues Barbosa ou Coura e Victoria Rodrigues de França, neto paterno de outro Francisco Rodrigues Coura e Lucrécia Leme de Brito, de Guaratinguetá (Genealogia Paranaense, Vol. III p. 585) e neto materno de Domingos Gonçalves Padilha, falecido em Tamanduá, e Anna de Mello Coutinho (id, p. 575).
.
Além desses nove filhos tidos com sua esposa, todos mencionados nas Genealogias Paulistana e Paranaense, a primeira ainda lhe dá dois filhos naturais, dos quatro que teve, e que eram os únicos ainda vivos em 1760, quando Ignácio faleceu:
.
10. Catharina, moradora em São Paulo.
.
11. Silvestre Bueno, casado e morador em Curitiba.
.
Não sei dizer ainda se o inventário de Ignácio Preto Bueno faz alguma refência a Maria Dias Camacho. Quando Maria se casou, em 1765, Ignácio já era falecido há cinco anos. Ela e seu esposo Domingos Soares Fragoso tiveram uma filha chama Anna Soares, que se casou com João Rodrigues França, também filho de Francisco Rodrigues Coura e Victoria Rodrigues de França, assim como José Rodrigues França, esposo de Escolástica Preto, número 9 acima. Antônio de Oliveira Preto, número 4, casou-se com Izabel Rodrigues Coutinho, que era irmã de João e José Rodrigues França. Já Anna de Oliveira Preto (nº 8), casou-se com um tio desses três irmãos, Manoel Rodrigues Coura. Disso tudo, concluo que Maria Dias Camacho ainda mantinha alguma espécie de relação com o círculo social da Família Preto Bueno, mesmo depois de já ter sido casada. Havia, naturalmente, um “desnível” em relação aos demais nomes, uma vez que Maria apenas foi criada por eles, não sendo filha. Anna Soares, a filha de Maria, descendia de um casal de filhos ilegítimos, possivelmente ambos mamelucos. Apesar disso, conseguiu matrimônio com João Rodrigues França, uma pessoa “da sociedade” na época, e de uma família que mantinha relações com a família que a criou. Essa é a única menção de membros da família Soares Fragoso em toda a Genealogia Paranaense, que, naturalmente, privilegia as classes mais abastadas e os laços familiares mais tradicionais.
.
Ainda não se sabe a que tipo de tratamento Maria Dias Camacho estava submetida na casa de Ignácio Preto e sua esposa. O fato é que ela conseguiu sobreviver a um abandono por parte dos pais, arrumou casamento – com pessoa do seu nível social, é verdade – e alcançou provecta idade, tendo grande descendência. Todos os Fragoso de Campo Alegre, Piên, São Bento do Sul, Canoinhas, Concórdia, Lapa, Curitiba e outras cidades onde o nome é comum, são descendentes dessa mulher.
Publicado em: on 20/04/2008 at 4:13 PM Comentários (4)
Tags: , , ,

27 Anos do Falecimento de Francisca da Silva

No enterro da minha bisavó Rozina Hannusch, dia 16.04.1980, minha outra bisavó, Francisca da Silva, havia dito que no ano seguinte seria a vez dela. Com uma precisão incrível, a 20.04.1981, portanto um ano e quatro dias depois, também ela veio a falecer. Segundo a certidão de óbito, ele faleceu às 15h da tarde, de “morte natural, sem assistência médica”, na sua residência em Fragosos. Contava com 81 anos, e era filha de Francisco e Quintiliana da Silva. A sua passagem foi rápida: alguns poucos dias de cama e logo acabou falecendo. Em seus últimos dias, estava com uma ferida na testa que aumentou consideravelmente de tamanho, e que talvez tenha infeccionado, segundo conta a família. A causa talvez tenha sido algo generalizado. Francisca teve três filhos com Antônio Correia dos Santos, há muito tempo já falecido, sem que, no entanto, fossem casados. Seu sepultamento seguiu para o Cemitério de Fragosos. No mesmo túmulo, foi sepultado em setembro de 2007 meu avô Luiz da Silva, último dos filhos de Francisca.

28 Anos do Falecimento de Rozina Hannusch

Faleceu há 28 anos, no dia 16.04.1980, minha bisavó Rozina Hannusch, contando com 71 anos de idade. Era filha dos imigrantes alemães Johann Hannusch e Bárbara Mühlbauer, neta paterna dos também imigrantes Wenzel Hannusch e Anna Trojan, e neta materna de Anton Mühlbauer e Barbara Pfeffer. Nasceu e sempre morou na região de Fragosos, interior de Campo Alegre. Ela já estava viúva de Luiz Thomé Fragoso, e morava em companhia da filha mais nova, Otília Fragoso, que dispensava cuidados a ela quando começou a ficar doente. Quando a sua situação piorou, tentou-se ainda levá-la de carro até o hospital. Rozina, no entanto, acabou falecendo durante o trajeto. O sepultamento seguiu para o Cemitério de Fragosos.

148 Anos do Nascimento de Johann Rössler

No dia 14.04.1860, em Gablonz, norte da Boêmia, nasceu meu trisavô Johann Rössler, filho de Franz Rössler e Antonia Lang, neto paterno de outro Franz Rössler e Klara Preissler, e neto materno de Josef Lang e Barbara Wawrich. Johann imigrou sozinho para o Brasil em idade muito nova. Na viagem ao Brasil, conheceu Amalie Preussler, aquela que se tornaria a sua mulher, e que era sete anos mais velha. Johann faleceu jovem, aos 45 anos, quando fazia a derrubada de uma mata e uma árvore de bracatinga caiu sobre ele.

Resgate Histórico na Lapa

BEM PARANA de 25.03.08

(http://www.bemparana.com.br/index.php?n=62505&t=iphan-faz-resgate-historico-na-lapa)

Carlos Simon

Dona de um rico patrimônio histórico, a Lapa abriga desde a segunda-feira um projeto para desvendar a parcela de sua história escondida no subsolo. Uma equipe de 15 pesquisadores do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), ligado ao Ministério da Cultura, dá a largada ao resgate arqueológico no centro e arredores da cidade, com fins educativos e turísticos.

Os trabalhos práticos no Centro Histórico concentram-se na escavação de uma antiga fonte que será incorporada a uma nova praça, no limite da área tombada pelo Iphan. Enquanto recuperam a fonte do século 19, pesquisadores abrirão o espaço para o público e estudantes locais. “Assim aproximamos a arqueologia da comunidade, o que raramente ocorre”, afirma o arqueólogo Paulo Zanettini, chefe da equipe do instituto.

Paralelamente ao projeto, cerca de 10 técnicos do Iphan, vindos de diversas regiões do País, participarão de um curso de capacitação e treinamento específico para a arqueologia realizada em áreas urbanas. O instituto pretende ainda formar uma cultura arqueológica da Lapa, com formação profissional e instalação de laboratórios, mostrando os ganhos culturais e turísticos da atividade.

“Lapa tem quase 240 anos de história, ligada à instalação do ciclo do tropeirismo que ligava o Sul com o Sudeste País. Ela ficava às margens da Estrada da Mata, justamente o antigo caminho que ia de Viamão, no Rio Grande do Sul, à Sorocaba, em São Paulo. Deste modo, há diversas representações desse patrimônio histórico e arqueológico, excelentes para exemplificar diferentes períodos e costumes”, diz Zanettini, que considera o patrimônio lapeano um dos mais belos e bem preservados do País.

“É uma cidade rica em potencial turístico. Quantas cidades brasileiras com menos de 50 mil habitantes possuem 7 museus e um belo teatro do século 19? Além, é claro, do patrimônio arqueológico que ainda está escondido nas antigas fazendas e no subsolo da área urbana. É um patrimônio incrível que trará um pedaço da história do Brasil, através do cotidiano do povo paranaense’, completa.

Em outra frente, equipes vão mapear sítios arqueológicos nos arredores da cidade — alguns de até 8 mil anos. “Temos oito sítios cadastrados no Paraná, mas alguns deles não são pesquisados. O Estado tem riqueza pré-histórica muito grande”, afirma Zanettini. Os locais preservam vestígios das primeiras comunidades que habitaram o Estado, atraídos pelas boas condições climáticas e de subsistência na região. As equipes do Iphan devem ficar na cidade por 10 dias.

Publicado em: on 13/04/2008 at 4:25 AM Comentários (1)
Tags: , ,

158 Anos do Batizado de Leopoldina Mª de Almeida

Foi no dia 10.04.1850 que minha tetravó Leopoldina Maria de Almeida, filha de Joaquim Rodrigues de Almeida e Maria Calisto, foi batizada em São José dos Pinhais. Na mesma cidade, Leopoldina se casou com Generoso Fragoso d’Oliveira, natural da Lapa. E com a família formada, mudou-se para a região que posteriormente seria chamada de “Fragosos”, nome que ostenta até os nossos dias.

Aniversário de Herbert Alfredo Fendrich

Meu avô completaria hoje 78 anos. Falecido em 30 de julho do ano passado, deixou um importante legado para sua família e para a cidade. Participou ativamente de várias atividades culturais, especiamente na música, e possuía bastante interesse histórico – dele, certamente, herdei o gosto. Grande foi o seu destaque na Banda Treml, onde tocou por 35 anos e deixou cuidadosos diários sobre ela. O canto coral também foi uma de suas paixões. Sempre se mostrava disposto a ajudar a todos que estivessen interessados em descobrir alguma coisa do passado de São Bento – inclusive eu, ajudado por inúmeras vezes quando pouco ou nada sabia sobre a cidade e sobre os familiares mais distantes. Futuramente, Herbert deve receber como homenagem o nome de uma das ruas de São Bento do Sul. Eis seu registro de nascimento:
.
“Certifico que a fls 119v do livro N. 22 de registros de nascimentos, sob o termo N. 239, foi lavrado em 15 de abril de 1930 o registro do nascimento de Herberto Alfredo Fendrich, nascido em cinco (5) de abril de mil novecentos e trinta (1930), às 23 horas, à rua Argôlo, nésta Vila, do sexo masculino, de côr branco, filho de Frederico Fendrich, natural dêste Município e de Anna Fendrich, natural dêste município, domiciliados e residentes à dita estrada Argôlo, nêste Districto; sendo os avós paternos Frederico Fendrich e Catharina Fendrich e maternos João Roesler e Amalia Roesler. Foi declarante o próprio pai e serviram de testemunhas Paulo Grossl e Jorge Rank.
.
O referido é verdade e dou fé.
Serra Alta, 25 de Junho de 1947.
Erico Bollmann, Oficial do Registro Civil.”
.
Obs: A certidão de que tenho xerox, cópia datilografada do original manuscrito, foi tirada durante o pouco tempo em que a cidade foi chamada “Serra Alta”, logo depois voltando ao nome de sempre, com o complemento “do Sul”.
Publicado em: on 05/04/2008 at 3:33 PM Comentários (1)
Tags: , ,

117 Anos do Nascimento de Anna Roesler

No dia 02.04.1891 nasceu em São Bento do Sul minha bisavó Anna Roesler, filha dos imigrantes Johann Roesler e Amália Preussler. Anna casou-se com Frederico Fendrich Filho, e foi pessoa conhecida na comunidade, sempre ajudando em atividades comunitárias. Anos depois, foi homenageada com o nome de uma das ruas de São Bento do Sul.
Publicado em: on 02/04/2008 at 1:21 PM Deixe um comentário
Tags: , ,